Pó.

Tanta coisa juntando pó.
É livro juntando pó, lembrança juntando pó, juntas juntando pó.
Quero limpar, lavar torcer, secar.
Quero mudar, fazer voar. Fazer decolar toda essa potência, que se encontra parada, em meio à poeira.
“Amanhã é o dia” que nunca chega.
AMANHÃ eu vou limpar essa sujeira.
Mas fico nesse dia interminável de coisas mais importantes que limpeza.
Quero lavar tudo com água fria, arrancar tudo pra fora e botar de volta só o que importa, o que constrói, o que convém.

Me deixa limpar a vida, vida. Me deixa reestruturar meu ambiente, limpar minha mente. Me deixa, me permite.
É HOJE, gente.

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