What is it, really?

What is it you define under other’s name?
What was the start of the naming?
Can you feel it without naming it?
Could you ever recognize an unamed thing?
Do you need to name it?

It won’t ever feel the same,
why the same name?

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Dream Cheater.

The dream catcher
Does
Not
Work.

I
work
Alone.

Thank you for the words.
Thank you.

In the end, we love ourselves more than we could ever love each other.

Anxiety.

When words
Turn into pain
Self inflicted
again and again

It’s a knife
stabbing your
arm
until
there
is
no
arm
anymore.

And you keep on stabbing yourself
Inside your head
Until
there
is
no
you
anymore.

Karma

Look outside the cave.
Shape the shadows your way
Answer your own questions
Before asking anyone else

Are you true to yourself?
Do others see a different you?
Do we have to mold ourselves so others can see us, or…
…let them mold themselves if they want to reach?

Retrospectiva 2017.

cosplays 2017

Faço cosplay desde 2009 e costuro minhas próprias roupas desde 2011. Cosplay sempre foi uma forma de expressão e de conhecer pessoas, mas por alguns anos eu me perdi, me resolvendo nas minhas emoções, e acabei perdendo um pouco o contato com a magia do hobby, que era tão importante pra mim.
2017 foi o ano de resgatar isso, de unir forças dentro de mim, superar minhas barreiras emocionais e me dedicar à algo que sempre foi tão importante pro meu crescimento pessoal. E posso dizer que sinto muito orgulho de cada detalhe e de cada um dos momentos dedicados à isso.

Comecei o ano refazendo o cosplay da minha personagem favorita, Kid, de Chrono Cross, que em 2012 teve sua primeira versão, mas não satisfeita, refiz agora em 2017 e fiquei muito mais feliz com o novo resultado.

Detalhes costurados à mão, nova forma de estilizar peruca, tecidos mais apropriados e maquiagem bem mais elaborada fizeram desse cosplay um sucesso pra mim, em comparação à falta de qualidade em acabamento do anterior.

A Celes, do jogo Final Fantasy VI, foi outra surpresa. Me interessei pelo jogo por indicação de uma amiga, Joana Kretzer, que havia feito cosplay do palhaço Kefka, e me apaixonei pela história e personagens, me juntando à ela, que competiu pela vaga do concurso WCS no AniVenture!

Foi um novo desafio. Fiz todos os moldes, usei tecidos que até então eram novidade pra mim, e aviamentos que facilitaram muito a minha vida! Tem coisas que quero acrescentar ainda à roupa, mas fiquei muito feliz com o resultado!

O personagem Prompto Argentum, do jogo Final Fantasy XV, no entanto, foi o cosplay mais detalhado e complexo que já fiz em TODA A MINHA VIDA. Fiz absolutamente TUDO do zero, gastei horrores em aviamentos para que ficasse o mais próximo possível da referência, aprendi novas técnicas de maquiagem e mesmo em meio a crises existênciais durante a confecção, o resultado me agradou demais. Depois de tanto trabalho, sempre que comentam algo sobre esse cosplay eu repito “Eu fiz os botões um por um de resina.”, porque eu sofri demais pra não me gabar dos detalhes.

A Quiet, de Metal Gear Solid V: The Phantom Pain, era um projeto antigo que eu terminei à tempo da BGS2017, pra ver seu criador, Hideo Kojima, convidado do evento.

Mesmo com seu design sensual, que eu costumava desgostar profundamente, poucos personagens me ensinaram tanto quanto à Quiet e eu fiz questão de prestar uma homenagem, adaptando o figurino, sem deixar de ser canônico, com uma segunda pele de corpo inteiro.
Uma das “outfits” (roupas) da personagem “in-game”(no jogo) é ela coberta de sangue, que tem como função assustar os inimigos. E esse era meu objetivo, ser temida, me impor, representar a força da personagem acima da sensualidade natural dela (que eu admiro profundamente, mas por conta de esteriótipos no mundo dos jogos, prefiro não ressaltar).
A idéia de fazer essa versão era antiga e colocar em prática foi tão divertido de fazer quanto de vestir. Eu realmente amei a experiência, além de ter sido notada pelo próprio criador e sua equipe. Foi uma experiência magnífica!

A Amane Misa, de Death Note (versão mangá) foi a última personagem de 2017 que eu realmente costurei 100%. Fiz especialmente para um evento em Ribeirão Preto, que foi muito divertido por sinal por causa do Fred, no qual fui convidada para falar sobre o canal de cultura japonesa Bunka Pop que eu apresento.
Eu comprei tudo de antemão, mas só fui fazer a roupa no dia anterior ao evento (isso é muito frequente e, inclusive, em todos os casos citados acima eu terminei a roupa um dia antes de usa-la, seja pra fotos ou eventos).
É uma roupa simples, que se enriquece em seus detalhes: acessórios como cintos, colares, luvas, meias, maquiagem e estilização da peruca. A costura foi simples, uma camiseta e uma saia que nem precisaram de molde.
Fiquei muito feliz com o resultado! Faltam alguns detalhes em comparação com a imagem original que eu pretendo fazer pra um ensaio de fotos completo!

O Yuri Plisetsky, de Yuri!! On Ice, foi de ultima hora também, mas planejamento nenhum! Estava me organizando pra um evento de Belém do Pará, ANIMAZON, como convidada por conta do trabalho no Bunka Pop, algumas pessoas de lá me mandaram mensagem fazendo perguntas sobre a nossa ida e disseram que tinham um grupo, aí eu resolvi me juntar a eles. Organizei tudo em uma semana com a camiseta e jaqueta da Anime Hunter (loja em que trabalho eventualmente na liberdade) e fizemos um grupo muito lindo. Foi uma experiência maravilhosa, fiz muitos amigos nesse evento e quero voltar SEMPRE! Cidade Maravilhosa! Pessoas Maravilhosas! Acabei combinando mais grupos de cosplay Inclusive! Só amor!

Mesmo a roupa tendo sido comprada, a peruca, por conta da falta de tempo, foi improvisada de uma comprida, que foi cortada e teve suas sobras coladas à raíz para dar mais volume! Ficou bem porco honestamente, mas deu pro gasto! A maquiagem foi um outro bom aprendizado e mesmo com o calor, tudo deu certo!

A Estelar, dos Jovens titãs, foi feita com carinho especial, porque o ilustrador da versão que eu fiz, Gabriel Picolo, é brasileiro e estava na CCXP!

Fiz pedras em resina, já tinha a peruca, mas comprei um aplique e tingi em degradê para melhor representar a referência, costurei as luvas, a camiseta eu comprei pronta e o short eu já tinha, mas tingi pra ficar da cor certa. Foi a primeira vez que eu “mudei de cor” pra um cosplay, deixando a pele bem alaranjada (que com os retoques, no fim do dia, ficou fluorescente – o que não era a intenção, então mais um aprendizado pra conta).

Eu não estava muito bem no dia e foi um tanto quanto traumático, mas nada que estragasse o quanto a personagem e o trabalho do artista significam pra mim.

Por último, Todoroki Shoto, de Boku no Hero Academia!
Eu não teria tempo pra comprar uma peruca pro personagem então acabei tingindo uma branca que eu tinha (pela metade porque o cabelo dele é metade branco, metade vermelho). A roupa é também da Anime Hunter, porque por ser um uniforme, achei que faria mais sentido comprar um pronto do que fazer um que ficasse muito diferente do que encontraria as pessoas usando no evento.
Tanto a peruca quanto a maquiagem não me agradaram, pretendo mudar absolutamente tudo da proxima vez que usar o cosplay, mas eu me diverti muito! Aprendi a deixar a bitolação de lado e curtir o evento, que me acrescentou muito, já que fui jurada do concurso cosplay CWM (Cosplay World Masters)

 

As outras experiências incríveis dos eventos de 2017 eu posso deixar pra um próximo post!

PORTA – minicurta.

CUIDADO! PODE SERVIR COMO GATILHO! Caso você tenha algum tipo de transtorno, depressão, tendências à auto mutilação, por favor, procure ajuda e evite ver este vídeo!

Roteiro, Direção, Edição, atuação: Maria Luiza Grantaine
Produção: Rafaela Aquino
Cameras, assistência: Jhessica Araújo, Larissa Mendonça, Larissa Bueno, Lika Shiroma, Rafaela Aquino.